É urgente terminar com a Guerra no Iraque
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Iraque: Quando uma imgam vale mais do que mil palavras

NÃO FAZ SENTIDO CONTINUAR COM A GUERRA NO IRAQUE
O tribunal antiterrorista de Salé, perto de Rabat, condenou 32 marroquinos a penas que vão de 2 a 12 anos de prisão por recrutarem combatentes para o Iraque, noticiou hoje a agência marroquina MAP.
O principal acusado, Omar Sehami, foi condenado a 12 anos de prisão, um outro acusado a 10 anos de prisão e os restantes 30 a penas que vão dos dois aos oito anos de prisão.
Originários de Casablanca, a 100 quilómetros a Sul de Rabat, os acusados eram perseguidos pela Justiça por “associação criminosa com a intenção de preparar e cometer actos de terrorismo”. Dois dos réus, multados em 450 euros, não foram condenados a penas de prisão.
Segundo o procurador, “os acusados estão por trás de uma rede de recrutamento de combatentes marroquinos para o Iraque e efectuaram estadas ilegais na Argélia”.
As autoridades marroquinas anunciam regularmente o desmantelamento de “células terroristas” de obediência islamita no país. A preparação de atentados e o recrutamento de combatentes para o Iraque são as principais acusações feitas aos grupos de islamitas radicais.