Sim ou Não ao Tratado de Lisboa

Afinal os Irlandeses sempre podem votar o Tratado de Lisboa
OS CELTAS VÃO MESMO APROVAR O TRATADO DE LISBOA?
Uma maioria de 52 por cento dos irlandeses estão prontos a aprovar o Tratado de Lisboa no novo referendo sobre o texto que rejeitaram em Junho de 2008, indica uma sondagem do diário Irish Times a publicar hoje.
A sondagem, realizada em 20 e 21 de Abril junto de 2.000 pessoas, indicam também que 19 por cento dos inquiridos estão ainda indecisos.
No início de Maio, o primeiro-ministro irlandês Brian Cowen afirmou estar confiante de que o Tratado será aprovado no novo referendo, que deverá realizar-se no Outono, alegando tratar-se de uma “obrigação absoluta” neste período de crise financeira.
A Irlanda é o único país da União Europeia obrigado pela Constituição a submeter a referendo o Tratado de Lisboa.
Os irlandeses rejeitaram em 2008, com 53,4 por cento de votos, o Tratado destinado a facilitar o funcionamento das instituições de uma Europa alargada a 27 Estados.
Assinado na capital portuguesa em Dezembro de 2007, o Tratado de Lisboa tem de ser ratificado por todos os 27 Estados-membros para entrar em vigor.
No passado dia 06, o Senado da República Checa aprovou o Tratado de Lisboa, abrindo caminho à ratificação definitiva pelo Presidente Vaclav Klaus.
Além do caso checo, o texto tem ainda que ser formalmente promulgado na Alemanha e na Polónia – onde já foi aprovado pelos parlamentos – e referendado na Irlanda.
Pavic, os putos da escola dizem que houve alterações na composição do executivo camarário! É Verdade? Quem foi à vida? Olha que o Vereador do PSD, não conta…Parece que a bomba vem do BE!
Preocupa-me este silêncio, parece-me que é um facto consumado Zé, ninguém quer saber de nada sobre a mudança de naturalidade dos que nasceram antes de 29 de agosto de 1966 de Glória do Ribatejo para Muge. nem os politicos da nossa terra querem saber, não convém mexer. A partir de agora não poderei dizer que sou natural de Glória do Ribatejo pois não tenho nada como provar e cometeria sempre uma ilegalidade. Assina Joaquim Nunes Natural de Muge Conforme o Cartão de Cidadão
“Apelo de sindicalistas e militantes operários, de todos os países da Europa, aos seus irmãos e irmãs da República da Irlanda
Nós, militantes operários e sindicalistas de todos os países da Europa, dirigimo-nos solenemente a vós, a um mês de 12 de Junho – data na qual o povo irlandês será chamado a pronunciar-se, por referendo, sobre o Tratado de Lisboa.
Tomámos conhecimento das razões que levaram o Sindicato Nacional dos Técnicos e Electricistas da Irlanda – TEEU – a fazer um apelo aos seus aderentes para votarem “NÃO” no referendo do próximo dia 12 de Junho: «As muito importantes sentenças produzidas pelo Tribunal Europeu de Justiça (TEJ) mostram que a tendência é, actualmente, a favor do grande patronato e contra os direitos dos operários. Na situação actual, seria estúpido dar mais poder às instituições da União Europeia. As sentenças produzidas nos conflitos Laval e Viking provam que os trabalhadores têm direito a organizar-se em sindicatos, mas esse direito torna-se nulo, em termos práticos, porque eles não têm o direito de agir, se a sua acção impede a liberdade de fornecer serviços e mercadorias, quaisquer que sejam as consequências sociais que isso provoque. Há pouco tempo, no caso Rüffert, o TEJ considerou que um sub-contratante polaco, a operar na Alemanha, tinha direito a pagar aos seus empregados menos de metade do salário mínimo convencionado para o sector da construção civil, porque o direito a não colocar obstáculos à liberdade de fornecer serviços tinha prioridade sobre as convenções colectivas.»
Quando do referendo de 2008, ANTES DA DEFLAGRAÇÃO DA CRISE MUNDIAL, este era o teor da maioria dos apelos que circulavam na Irlanda.
Hoje, a sugestão divulgada por Cowen indica
a aprovação como uma imposição fundamentada
exatamente na crise. Crise que não foi gerada na classe trabalhadora. Mas que a atinge como um vírus letal. Para o qual até agora,não foi apresentada medicação ou vacina.