Salvaterra é Fixe - Editor: José Peixe

Archive for the ‘Educação’ Category

Educação, Ensino Superior, Governo

28 de Abril de 2009

BE e Louçã contra as propinas

ENSINO SUPERIOR É IGNORADO PELO GOVERNO

O coordenador do BE, Francisco Louçã, criticou hoje, em Braga, a “gritante falta de visão estratégica do Governo para o ensino superior e a universidade, ou seja, a qualificação dos país”.

Louçã, que falava à saída de um encontro com o reitor da Universidade do Minho, lamentou a “mesquinhez mercantilista” do Governo, que “impôs às universidades o agravamento das propinas”.

“Na Alemanha as propinas custam zero euros. Os alunos não pagam propinas. Em Portugal, país pobre, pagam 800 ou 900 euros e quando passam para o segundo ciclo, equivalente à antiga licenciatura, ainda pagam mais”, criticou.

Daí que o BE tenha decidido apresentar na AR uma proposta que visa “combater a cavalgada das propinas”, onde se inclui o pagamento de um valor igual nos três ciclos do ensino superior e que defende uma série de isenções, a par de regras mais abrangentes para a acção social escolar nas universidades.

“Quem investe no conhecimento deve ser apoiado”, considerou, lamentando que haja hoje em dia pessoas que “não podem pôr os pés nas universidades” por não terem dinheiro para pagar as propinas.

Louçã, cujo encontro com o reitor da UM decorreu à margem das jornadas parlamentares do BE, lamentou que actualmente seja “praticamente impossível conseguir apoio da acção social escolar a não ser em casos gritantes”.

“As universidades devem ter as portas abertas e prestar um ensino de rigor a todos os que queiram adquirir conhecimento, frisou.

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Cidadania, Educação

8 de Fevereiro de 2009

Apostar na Formação Tecnológica

Educar para uma nova cidadania
EducacaoTecnologia - EducacaoTecnologia
É IMPORTANTE APOSTAR NA ALFABETIZAÇÃO DIGITAL
O Estado deve promover uma verdadeira alfabetização digital, uma educação para a cidadania, que prepare pais, educadores e jovens para uma utilização esclarecida e responsável das novas tecnologias, preconizam investigadores da Faculdade de Psicologia de Coimbra.
João Amado, Teresa Pessoa e Armanda Matos, que se têm dedicado a estudar os impactos das novas tecnologias na educação, afirmam à agência Lusa ser urgente um diagnóstico à situação em Portugal, para avaliar quem tem uma boa literacia nestas áreas.
“Os perigos são muitos. Os professores também estão pouco sensibilizados para os perigos que estes meios de comunicação trazem” e o “que se tem verificado é o aumento de problemas”, quer por meio da Internet quer com telemóveis, afirma João Amado, que igualmente tem estudado a violência nas escolas.
Para Teresa Pessoa, aos pais “não lhes passa pela cabeça o que os filhos andam a fazer. Não têm ideia nenhuma do que acontece com os miúdos ligados à Internet sem vigilância”.
“Preocupamo-nos muito com a utilização e a valorização académica da sociedade portuguesa, mas é preciso fazer esta alfabetização digital neste momento”, salienta, realçando que um dos problemas tem a ver com a necessidade que os adolescentes e jovens sentem de fazer amigos e a alternativa fácil que encontram no espaço virtual sem imaginar os perigos que correm.
Teresa Pessoa diz que uma forma de começar a educação para a cidadania é os pais e professores disponibilizarem-se a aprender com os mais novos sobre a utilização das ferramentas tecnológicas, envolvendo-se assim com eles para “perceber em que mundo é que estão”.
Investe-se muito no ensino da utilização das tecnologias na vida diária mas “tem-se negligenciado a parte da formação para as saber utilizar com responsabilidade” e é “aí que se tem de investir bastante. É fundamental para os pais, professores e as crianças”, sustenta Armanda Matos.
João Amado por seu turno, admite que o rumo da sociedade tem vindo a criar dificuldades aos educadores, pois, mesmo com essas tecnologias cada vez mais disponíveis, “as famílias fazem cada vez menos aquilo que deviam, que é dialogar com os filhos e supervisionar a sua vida”
“A vida real está a criar situações de afastamento, com os pais mais empenhados em ganhar dinheiro, a ir para casa cada vez mais tarde, e a desinteressarem-se cada vez mais daquilo que se passa com os filhos”, lamenta o investigador.

Educação, Livros

27 de Novembro de 2008

Daniel Sampaio em Salvaterra

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Daniel Sampaio em Salvaterra de Magos

A RAZÃO DOS AVÓS DE DANIEL SAMPAIO
Hoje à noite, pelas 21h30m, Daniel Sampaio apresentará na Biblioteca Municipal de Salvaterra de Magos, o seu mais recente livro “A Razão dos Avós”.
Perante a diversidade actual dos modelos familiares, fará sentido continuar a falar da importância da família? Os valores que cimentaram a história de uma geração devem ser esquecidos ou, pelo contrário, transmitidos aos mais novos? A fragmentação de muitos casais pelo processo de divórcio conduz quase sempre a um corte emocional com a família alargada, ou pode proporcionar uma reflexão sobre a continuidade dos elos significativos através das diversas gerações?
A estas e outras questões Daniel Sampaio vai responder certamente.
Depois haverá uma sessão de autógrafos.

Educação

13 de Novembro de 2008

A ministra servilista

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Uma ministra que devia apresentar a demissão

QUE POLÍTICA EDUCATIVA QUEREMOS PARA PORTUGAL?
Na terça feira passada o camarada Miguel Gaspar escreveu no “Público” o seguinte sobre a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues:
- “(…) Vão muito longe os tempos como os de Roberto Carneiro ou Marçal Grilo, em que discutir a política educativa significativa produzir uma reforma ou procurar um pensamento. É um sintoma claro do que vai mal no regime o estarmos reduzidos a produtores de normas absurdas e a misturadores avulsos de estatísticas que pensam estar a produzir uma política educativa”.
Bravo Miguel. Acertaste em cheio.
A actual ministra da Educação é arrogante, desconhece o que se passa nas salas de aula, menospreza os professores e limita-se a obedecer ao senhor Primeiro Ministro.
Parece uma capataz do regime. Faz desmentidos em directo na RTP que são patéticos e absurdos.
Porque não se demite senhora ministra. A República Portuguesa agradecia. Os encarregados da Educação também.

Educação

9 de Novembro de 2008

De onde surgiu este cromo?

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COMENTÁRIOS PARA QUÊ? ESTÁ TUDO DITO.

Educação

Faltam mais protestos em Portugal

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A manifestação de professores foi um êxito
E o que mudou? Nada. Fica tudo na mesma.


O REGIME SOCRÁTICO CONTINUA ESTÁTICO
A manifestação de professores foi uma das maiores de todos os tempos. Os protestos reanimaram a opinião pública nacional e fizeram com que os encarregados de Educação reflectissem na política de ensino que existe.
Mas o que vai mudar? Nada o regime socrático parece intocável.

Educação

8 de Novembro de 2008

Professores manifestam-se em Lisboa

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O ensino em Portugal está uma vergonha

MANIFESTO POR UM ENSINO MELHOR
Hoje, milhares de professores viajam até Lisboa para protestar contra a Ministra da Educação e à política educativa que tem sido implementada pelo Governo de Jossé Sócrates. Prevê-se uma das maiores manifestações de todos os tempos.
Está na hora do povo português mostrar o seu real descontentamento e provar ao senhor Primeiro Ministro que ele não é o único cérebro pensante que existe na Nação.
Chegou o momento de gritar contra um secretário de Estado da Educação que é um incompetente.

E afinal de contas para que serve esta ministra da Educação?
Alguém poderá explicar para além do senhor Primeiro Ministro?

Educação

11 de Setembro de 2008

Combater a Desertificação

O vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) responsável pela área da Educação, António José Ganhão, está convencido de que a desertificação dos concelhos do interior do país continuará a acentuar-se, com ou sem escolas.
“A escola por si só não é um factor essencial de atractividade dos municípios do interior do país”, afirmou à Agência Lusa, acrescentando que, contudo, “a não existência de escolas é um contributo para a falta de atractividade”.
Na opinião do autarca de Benavente, a desertificação está sobretudo relacionada com a falta de emprego e com a subsistência das famílias, que já não estão dispostas “a trabalharem 16 horas por dia no campo para andarem com a barriga mal cheia”. “Sem famílias, houve a diminuição da população escolar e a consequência é a que assistimos: escolas com um ou dois alunos”, lamentou.
António José Ganhão disse que a leitura dos últimos censos “não deixa dúvidas” de que a desertificação se acentuará com ou sem escolas “se não houver projectos de desenvolvimento para o interior”, sublinhando, a este respeito, a importância que podem ter os Planos Regionais de Ordenamento do Território.
Está convencido de que a captação de investimentos para o interior do país poderia atrair os jovens, que se fixariam e aí teriam os seus filhos, voltando a haver crianças para encher as escolas.
Ainda que considere que as aldeias sem escolas “são muito tristes para quem lá vive, porque as crianças representam alegria e vida”, admitiu que, do ponto de vista pedagógico, “há que perceber e aceitar que não é bom para uma criança viver numa comunidade escolar diminuta”.
Isto porque, justificou o autarca, uma criança além de não ter acesso a “ferramentas” hoje consideradas essenciais para a sua formação, como as bibliotecas e as novas tecnologias, “do ponto de vista da sociabilidade teria mais dificuldades em integrar-se” nos níveis superiores de ensino.
António José Ganhão lembrou que “as autarquias do interior do país têm feito tudo o que é possível para evitar a saída da população”.
“Desde oferecerem terrenos para a instalação das empresas, a darem subsídios de nascimento ou a chamarem famílias do Brasil para aumentarem a população, tudo têm feito. Mas estes esforços não têm tido as compensações necessárias”, acrescentou.

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GANHÃO SEM PAPAS NA LÍNGUA


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