Salvaterra é Fixe - Editor: José Peixe

Archive for Setembro 19th, 2008

Saúde

19 de Setembro de 2008

Mais promessas para a Saúde

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SERÁ QUE A SAÚDE VAI MESMO MUDAR?
O coordenador da Missão para os Cuidados de Saúde Primários, Luís Pisco, disse hoje que os 74 Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), que substituirão as sub-regiões de saúde, deverão entrar em funcionamento no próximo ano.
Luís Pisco, que hoje participou no III Congresso da Plataforma Saúde em Diálogo, afirmou à agência Lusa que a Missão para os Cuidados de Saúde Primários (MCSP) já apresentou uma proposta ao Ministério da Saúde e que “a calendarização dos ACES está completa”, cabendo agora à tutela anunciar a entrada em funcionamento.
No entanto, adiantou que “estão para breve” e que “em princípio” deverão entrar em funcionamento no próximo ano.
Segundo o presidente da MCSP, vão ser criados 19 Agrupamentos de Centros de Saúde na região Centro, 21 em Lisboa e Vale do Tejo, seis no Alentejo e três no Algarve.
Os Agrupamentos dos Centros de Saúde, que vão substituir as sub-regiões de saúde de âmbito distrital, abrangerão entre 50 mil e 200 mil utentes e vão ter uma direcção clínica própria que avaliará a qualidade dos serviços prestados.
Luís Pisco destacou a criação da “governação clínica”, constituída por dois médicos, um enfermeiro e outro profissional da saúde, que terá “a responsabilidade de garantir a qualidade dos cuidados”.
O mesmo responsável disse ainda que os ACES “não terão repercussões especiais” nos utentes, tendo em conta que as mudanças vão “ter efeitos de gestão e económicos”.
A criação dos ACES é uma das duas vertentes da reforma dos cuidados de saúde primários, a par das Unidades de Saúde Familiares.

Opinião

A nova Lei do Divórcio

“Não se pode obrigar quem não quer continuar casado a continuar casado: este é o grande princípio da nova Lei do Divórcio.”

Vasco Pulido Valente
in “Público”, 19/09/08

Opinião, Política Nacional

Fome em Portugal

“Portugal, país do primeiro mundo rico, tem hoje dois milhões de habitantes que necessitam de ajuda alimentar. Com a persistência da política anti-social, mitigada por esmolas, daqui por uns anos terá três milhões.”
João Paulo Guerra, “Diário Económico”, 19 de Setembro de 2008


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