AMBIENTE
Vem este Post no seguimento de alguma luta política que está neste momento a ocorrer sob a temática do ambiente. De acordo com a própria definição Ambiente possui várias definições em função do contexto como é analisado. Assim apresento aqui algumas definições para este conceito:
Sob o contexto da Biologia, Ambiente é tudo o que afecta directamente o metabolismo ou o comportamento de um ser vivo, estando incluídos aqui os factores abióticos como sejam a luz, água, ar, solo e os factores bióticos nos quais se incluem todos os outros seres vivos que com ele coabitam. No contexto Político (é esse que aqui importa) Ambiente define-se como aquela parte do mundo natural que as pessoas julgam importante ou valiosa por alguma razão financeira ou outra, que neste contexto se resumo a uma caça ao voto, uma vez que á medida que nos aproximamos das eleições o Ambiente se torna bandeira de campanha para alguns políticos que logo que eleitos cedem a pressões do Asfalto, betão, etc. tornando-se o Ambiente em algo que todos nós sentimos a necessidade e a obrigação de proteger mas que nada fazemos por isso, quando temos essa capacidade. Por tudo isto é triste verificar que ás boas intenções reveladas pelo candidato Socialista á Câmara em relação a este tema tão importante apenas se traduzem em criação de Ecopontos e Ecocentros quando ainda não é publico nenhum estudo que demonstre que os Ecopontos existentes são insuficientes ou que sejam necessários mais Ecocentros. Na minha opinião de modesto observador o que importa em relação aos Ecopontos é reorganizar a distribuição dos mesmo e a recolha dos RSU ali depositados uma vez que e possível observar que os mesmos se encontram permanentemente cheios o que torna impossível a deposição de mais resíduos nos mesmos, pelo que em 1ª análise deve-se reorganizar a frequência de recolha. Fala-se ainda em recolha de monstros domésticos que é um serviço que deve ser prestado aos munícipes pois é desta forma que se evita a deposição descontrolada destes equipamentos em fim de vida nas bermas das estradas, Pinhais, margens de cursos de água, etc. mais espantoso que a pobreza desta proposta é ainda o facto de as mesmas serem criticadas pelo escriba do regime um tal de Romão que revela aprofundado conhecimento de alguns dossiers camarários chegando ao cumulo de explicar como se lêem as facturas da água e quando o Eng.º candidato fala em “objectos volumosos” para este individuo trata-se de mudanças desconhecendo ele e os seus mentores que a expressão se traduz tecnicamente em “monstros domésticos” que na generalidade dos sistemas de recolha de RSU são alvo de um tratamento diferente dos restantes resíduos. Muito mais fica por dizer mas espero voltar a este tema numa próxima oportunidade. Resta-me pedir aos políticos que deixem as boas intenções e passem as acções pois o AMBIENTE não pode ser tema de jogo político por ser demasiado importante para um papel de tão baixo-relevo
NÂO PODEMOS PERMITIR QUE O ÒPTIMO SEJA INIMIGO DO BOM – FICAM BEM ESTAS PREOCUPAÇÕES AO SR ENGº
E.A.