Salvaterra é Fixe - Editor: José Peixe

Archive for Fevereiro, 2010

Cidadania, Música

27 de Fevereiro de 2010

Concerto por uma boa causa

Um EURO por uma causa mais do que Justa.

Um EURO por mais uma Causa Justa que fazer.

FUNDAR UMA ASSOCIAÇÃO PARA Combater ó CANCRO DA MAMA
Aqui vai o Flyer do Concerto da Apresentação da Jaqueline Lourenço Barreto.
Contamos com a vossa Presença e de outros também AMIGOS.
Objectivo. Encher o Cine Teatro de Benavente.
De cada bilhete (de cinco Euros) sairá UM EURO Para a Criação / Fundação de Uma Associação de Apoio às Mulheres com Cancro da Mama nos concelhos de Salvaterra de Magos, Benavente, Coruche, Almeirim e Cartaxo.
 
Sejam Bem Vindos e ajudem a vender alguns bilhetes.

Autocracia, Crime, Cultura, Desrespeito

26 de Fevereiro de 2010

“Anita” não respeita Direitos de Autor

A Presidente da Câmara de Salvaterra não respeita os "Direitos de Autor"porquê?

A Presidente da Câmara de Salvaterra não Respeita os "Direitos de Autor" porquê?

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A SENHORA PRESIDENTE NÃO RESPEITA OS DIREITOS DE AUTOR
Aqui no “Salvaterra é Fixe” ficamos a saber que durante o Mês da Enguia, a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos tenciona lançar um livro dedicado às cheias na nossa região, com a chancela da Autarquia, mas ignorando uma vez mais o nome do autor (ou dos autores) que fizeram as pesquisas científicas sobre a matéria, e que na realidade escreveram o livro.
São asuntos como este que provocam alguma revolta naqueles que queimaram uma vida nos bancos da Universidade, para depois uma “ditadorzeca” ignorar o nome na altura da edição de uma obra.
Mas afinal de contas quem é a senhora presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos para desrespeitar os “Direitos de Autor” e ignorar o nome das pessoas que fazem as as pesquisas para as edições camarárias?
O que a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos está a fazer constitui CRIME e os membros da Assembleia Municipal devem denunciar esta situação junto da opinião pública.
E porque não avançar para os Tribunais?
Começa a ser tempo de “ensinar” à senhora presidente “Anita” que as pessoas que trabalham na autarquia merecem ser tratadas com mais dignidade. Sobretudo alguns técnicos superiores que a senhora decidiu atirar para a prateleira.

Cultura, Tertúlia

23 de Fevereiro de 2010

Carlos Pinto Coelho na Cabana

UMA TERTÚLIA SOBRE TELEVISÃO A NÃO PERDER

UMA TERTÚLIA SOBRE TELEVISÃO A NÃO PERDER

Censura, Política Nacional

1 de Fevereiro de 2010

CENSURA em Portugal

O Fim da Linha

Texto do jornalista  Mário Crespo CENSURADO no “Jornal de Notícias”.

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.

O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.

Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.

Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.

Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.

Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.

Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.

Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.

O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.

O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.

O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.

Foi-se o “problema” que era o Director do Público.

Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.

Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

 Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa. No “Jornal de Notícias” não foi publicado


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