Salvaterra é Fixe - Editor: José Peixe

Opinião, Política Local

24 de Março de 2010

Onde pára o Mocho Inspector?

O Mocho Inspector saiu de cena porquê?

O Mocho Inspector saiu de cena porquê?

 

O QUE É FEITO DO MOCHO INSPECTOR?

Apurou o “Salvaterra é Fixe” que o blogue do Mocho Inspector foi mais uma vez “abafado” pela Coruja que controla tudo e todos. Insatisfeita com a prosa do Inspector, decidiu fazer queixinhas à Judite e apertar com alguns funcionários camarários que passavam informações para o blogue.
O medo voltou a atacar o Mocho Inspector e todos os seus colaboradores e o Blogue foi-se.
Fazemos votos para que não seja por muito tempo.
Num concelho onde não existe nenhum Jornal e a Rádio Marinhais demonstra algumas dificuldades em lutar contra o Regime Bloquista, têm sido os Blogues a manter a Liberdade de Expressão em Salvaterra de Magos.

Cidadania, Música

27 de Fevereiro de 2010

Concerto por uma boa causa

Um EURO por uma causa mais do que Justa.

Um EURO por mais uma Causa Justa que fazer.

FUNDAR UMA ASSOCIAÇÃO PARA Combater ó CANCRO DA MAMA
Aqui vai o Flyer do Concerto da Apresentação da Jaqueline Lourenço Barreto.
Contamos com a vossa Presença e de outros também AMIGOS.
Objectivo. Encher o Cine Teatro de Benavente.
De cada bilhete (de cinco Euros) sairá UM EURO Para a Criação / Fundação de Uma Associação de Apoio às Mulheres com Cancro da Mama nos concelhos de Salvaterra de Magos, Benavente, Coruche, Almeirim e Cartaxo.
 
Sejam Bem Vindos e ajudem a vender alguns bilhetes.

Autocracia, Crime, Cultura, Desrespeito

26 de Fevereiro de 2010

“Anita” não respeita Direitos de Autor

A Presidente da Câmara de Salvaterra não respeita os "Direitos de Autor"porquê?

A Presidente da Câmara de Salvaterra não Respeita os "Direitos de Autor" porquê?

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A SENHORA PRESIDENTE NÃO RESPEITA OS DIREITOS DE AUTOR
Aqui no “Salvaterra é Fixe” ficamos a saber que durante o Mês da Enguia, a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos tenciona lançar um livro dedicado às cheias na nossa região, com a chancela da Autarquia, mas ignorando uma vez mais o nome do autor (ou dos autores) que fizeram as pesquisas científicas sobre a matéria, e que na realidade escreveram o livro.
São asuntos como este que provocam alguma revolta naqueles que queimaram uma vida nos bancos da Universidade, para depois uma “ditadorzeca” ignorar o nome na altura da edição de uma obra.
Mas afinal de contas quem é a senhora presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos para desrespeitar os “Direitos de Autor” e ignorar o nome das pessoas que fazem as as pesquisas para as edições camarárias?
O que a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos está a fazer constitui CRIME e os membros da Assembleia Municipal devem denunciar esta situação junto da opinião pública.
E porque não avançar para os Tribunais?
Começa a ser tempo de “ensinar” à senhora presidente “Anita” que as pessoas que trabalham na autarquia merecem ser tratadas com mais dignidade. Sobretudo alguns técnicos superiores que a senhora decidiu atirar para a prateleira.

Cultura, Tertúlia

23 de Fevereiro de 2010

Carlos Pinto Coelho na Cabana

UMA TERTÚLIA SOBRE TELEVISÃO A NÃO PERDER

UMA TERTÚLIA SOBRE TELEVISÃO A NÃO PERDER

Censura, Política Nacional

1 de Fevereiro de 2010

CENSURA em Portugal

O Fim da Linha

Texto do jornalista  Mário Crespo CENSURADO no “Jornal de Notícias”.

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.

O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.

Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.

Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.

Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.

Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.

Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.

Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.

O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.

O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.

O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.

Foi-se o “problema” que era o Director do Público.

Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.

Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

 Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa. No “Jornal de Notícias” não foi publicado

Cidadania, Denúncia, Política Local

21 de Janeiro de 2010

Buracos e mais buracos…

A Estrada da Estação é a cara do concelho

A Estrada da Estação é a cara do concelho

Não existe saibro para tapar os buracos?

Não existe saibro para tapar os buracos?

Os moradores da Rua da Estação merecem mais!

Os moradores da Rua da Estação merecem mais!

Os Blogues servem para isto mesmo. Para se fazer denúncias. Para mostrar que o Poder Político em Salvaterra de Magos está igual a ele mesmo. Que afinal de contas continua tudo na mesma. Afinal de contas não existem apenas e só “buracos” orçamentais. Também existem estradas no concelho que são a cara daqueles que nos (des)governam.

Recebemos no “Salvaterra é Fixe” algumas imagens da Estrada da Estação, em Marinhais que demonstra bem a realidade da maioria das ruas e caminhos do noso concelho.

Nós perguntamos: não haverá uns dinheiros extras para tapar estes buracos?

Crónicas, Opinião, Política Nacional

9 de Janeiro de 2010

Os Portugueses

PRECISA-SE DE MATÉRIA PRIMA PARA CONSTRUIR UM PAÍS
Eduardo Prado Coelho – in Público

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos… e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é ‘muito chato ter que ler’) e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser ‘compradas’, sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa ‘CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA’ congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte…

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada…

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa ‘outra coisa’ não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…

Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

Está muito claro… Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

 E você, o que pensa ?… MEDITE !

Opinião

5 de Janeiro de 2010

Para Reflexão

Apenas e só para Reflectir

Apenas e só para Reflectir

Opinião

3 de Janeiro de 2010

A rotunda

Acho que os habitantes da Glória do Ribatejo já estão um pouco fartos de tanto tempo de obra e nada se vê feito.

Para alám de ter sido aprovada a tal rotunda sem o plano de promenor ter sido aprovado.

Mas no reino da pardalada tudo e possível, temos que ter alguma influencia nas cortes.

A minha questão fica no ar, se uma rotunda , mal planeada , já que a estão a fazer enorme e a cortar a avenida.

Leva tanto tempo a ser feita! Quanto tempo vai levar o tal hotel e o tal campo de golfe.

Será que ainda o vou ver feito , ou os meus filhos?

Meus amigos pensem nisto e não se deixem enganar com promessas.

Abraço gloriano.

 

Bom Natal, Imagens

1 de Janeiro de 2010

BOM ANO 2010

Bom Ano de 2010


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